Onde fica?
A concessão C-152 tem 825,4 hectares e inclui os blocos A e B. O projeto analisado no EIA intervém apenas no Bloco A, na zona da antiga exploração mineira do Couto do Beça.
Descarregar PDF
Consulta pública · novembro de 2021
Uma leitura clara e interativa do Resumo Não Técnico do Estudo de Impacte Ambiental: o que foi proposto, o que foi avaliado, quais os impactes e como seriam controlados.
Esta página traduz, em linguagem simples, o documento apresentado à consulta pública em 2021. Os números abaixo pertencem a essa versão do projeto e não substituem o PDF original nem informação técnica posterior.
O essencial
Escolha cada pergunta. A resposta aparece imediatamente, sem linguagem técnica.
A concessão C-152 tem 825,4 hectares e inclui os blocos A e B. O projeto analisado no EIA intervém apenas no Bloco A, na zona da antiga exploração mineira do Couto do Beça.
Como funcionaria
Explore as quatro dimensões do projeto apresentado no Estudo de Impacte Ambiental.
O desenho procurou limitar a intervenção à superfície e aproveitar o recurso em profundidade.
Porque existiam quatro alternativas?
O minério só pode ser explorado onde existe. Por isso, o EIA comparou localizações diferentes para duas componentes: o Complexo de Anexos Mineiros e o depósito de estéreis.
Resultado global ponderado do EIA
Avaliação ambiental
O EIA não concluiu que o projeto não tinha impactes. Identificou-os, avaliou a sua importância e definiu respostas.
Alteração da morfologia, remoção de rocha e implantação das infraestruturas.
Perda de coberto vegetal e perturbação de espécies, com atenção especial ao lobo-ibérico.
Mudança da estrutura visual rural pela mina, depósitos, acessos e instalações.
Risco de menor recarga ou contaminação, reduzido por afastamentos, tratamento e recirculação.
Aumento junto ao projeto; as simulações indicavam cumprimento legal nas povoações.
Poeiras e emissões industriais, com um cenário crítico identificado junto das habitações mais próximas.
Como seriam controlados os impactes?
Abra cada tema para conhecer, em linguagem simples, as principais medidas previstas no documento.
Recirculação e reutilização; estações de tratamento; bacias de decantação; controlo de escorrências e garantia de água potável às populações caso exista afetação.
Calendário de corte adaptado às espécies; limitação das áreas de obra; menor velocidade; abrigos e preservação de galerias para morcegos; espécies arbóreas nativas.
Faseamento da exploração; barreiras de proteção; manutenção de máquinas e acessos; limitação de velocidade; otimização do uso subterrâneo de explosivos.
Modelação dos depósitos; cortinas arbóreas e arbustivas; gestão florestal em toda a concessão; recuperação progressiva e defesa contra incêndios.
Prioridade ao emprego e formação locais; parcerias com entidades e empresas; manutenção da rede viária; canal de comunicação e reclamações.
Registo do edificado e estruturas de pedra; memória das técnicas construtivas; acompanhamento arqueológico durante a construção.
Plano de monitorização
O EIA previa medições regulares, relatórios à autoridade ambiental e novas medidas se os resultados reais se afastassem das previsões.
Águas superficiais e subterrâneas, ruído, vibrações, ar, solos, morcegos e lobo-ibérico.
Confrontar os resultados reais com as previsões feitas no EIA.
Aplicar medidas ou compensações adicionais quando forem necessárias.
Do EIA à decisão de 2023
Em 7 de setembro de 2023, a DIA foi emitida como favorável condicionada e viabilizou a exploração mineira, a Solução 2 da instalação de resíduos de extração e o Complexo de Anexos Mineiros, desde que este seja desenvolvido na Localização A, submetido a novo procedimento de AIA e cumpra as condições estabelecidas na DIA. A decisão não autoriza, por si só, o início das obras.